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Olha eu aqui de novo!


Oi, gente!
Depois de tanto tempo, volto a me comunicar com vocês. Esse período de adaptação é bem complicado, principalmente para você encontrar uma internet e não pagar caro por isso. Infelizmente na minha homestay não tem wi-fi, assim só posso atualizar as coisas na escola. Não tenho muitas fotografias porque realmente não deu para tirar, mas prometo que registarei pelo menos de lugares que passei.
Irei, nesse único post, colocar algum comentário ou fotografia desde o dia 7 até o momento. A partir de amanhã, tentarei criar uma nova postagem para cada dia.

PRIMEIRO DIA

7 de Janeiro – Em Salvador

Não é nada fácil, mesmo que por pouco tempo, deixar todos para trás e correr atrás daquilo que você sempre sonhou. Esse trecho da viagem foi um período curto, porém muito difícil de interpretar qual era a minha sensação, medo e ansiedade, talvez.

7 de Janeiro – Guarulhos-SP

Eu não quis registar esse momento em fotografia porque a espera de 7 horas dentro do aeroporto, sem ninguém pra conversar, trocar ideias, bater um papo me fez pensar mil e uma coisas, se o que eu estava fazendo era certo ou errado, se eu não estava sendo egoísta que querer vivenciar tudo aquilo sozinho, mas não, a saudade era justamente porque iria vivar tudo só.
Chegando em Santigo, tive a oportunidade de fotografar essas imagens maravilhosas das Cordilheiras. 




Cheguei à cidade 21 horas. Peguei um táxi para um apartamento em um bairro próximo ao centro da cidade. Ao chegar ao apartamento, uma sensação de solidão tomou que de mim que só foi consideravelmente amenizada com a chegada de conterrâneos e amigos que me receberam.

SEGUNDO DIA

8 de Janeiro – Santiago do Chile

Andamos tanto esse dia que me fez pensar que chegaríamos até as Cordilheiras, rs.

 Bairro onde fiquei em Santiago

Eu e Clarinha num Cafe em Santigao

Santiago

Conterrâneos e o Gringoteropolitando Gente Boa

Parque Florestal - Santiago

Plaza de Armas - Santiago

Parque Florestal - Imagem de Nossa Senhora

Meu voo estava para marcado de Santiago para Auckland às 23:10. Cheguei ao aeroporto às 21 horas e ao fazer o check-in, para minha grande surpresa, a LAN informou que o voo estava em overbook (não tinha mais lugar para eu viajar). Logo em seguida, veio um cara da companhia querendo me oferecer dinheiro e hotel para viajar um ou dois dias depois. Eu não sabia que eu sabia tanto espanhol e que estava com tanta raiva. “No lo quiero... quiero volver a São Paulo ahora y quiero un hotel para esta noche y no voy a pagar nada!” Pediram-me calma e informaram que ia buscar algum passageiro que desistisse. Fiquei no pé até 21:50, quando a atendente me informou que conseguiu uma poltrona para mim.
Voo longo e cansativo (11 horas e 35 minutos).

TERCEIRO DIA

9 de Janeiro

É bem difícil de explicar, mas quando saí do Chile era dia 8 já de noite e na Nova Zelândia já era dia 9 já na madrugada, ao chegar ao meio da rota, inicia-se o dia 10 de janeiro em Auckland, mas não pude voltar pro Chile (rsrs) para pegar o dia 9 que ficou para trás. Enfim, infelizmente não vivi o dia 9 de janeiro de 2011.

QUARTO DIA

10 de Janeiro

Cheguei às 3:10 da manhã da segunda-feira em Auckland, ao passar por toda a chatice da imigração (e olhe que são chatos, viu?) e alfândega, logo encontrei o transfer que aguardou mais alguns estudantes e saímos para a “distribuição” às 4:30 da manhã. Fui o último a ser despachado. A homestay, coitada, estava com os olhos vesgos de sono. (Depois falarei mais um pouco sobre a homestay).
Guardei a mala, cochilei 1 hora mais ou menos e já acordei para tomar café e ir para a escola. Lá na Aspect Kaplan International Colleges, eu fiquei abismado com a quantidade de estrangeiros, todos começando o curso hoje. Na sala em que estávamos todos juntos, eram mais de 200, a professora informou que havia mais de 33 nacionalidades diferentes, bem verdade que o que tem de brasileiro não está escrito no gibi.
A adaptação está sendo dificílima, pelo menos para mim. Não quero dizer que todos passam por isso (às vezes uma minoria), mas o impacto cultural é muito forte. O inglês daqui é muito, muito difícil e tem gente de todo o tipo e forma de falar inglês das mais loucas, rsrsr.

 Minha Escola - Aspect Kaplan


Alguns colegas brasileiros que encontrei aqui

Não há ainda muitas fotos, pois hoje apenas corri para me adaptar e entender em como irei me locomover. Aqui agora são 23 horas da segunda-feira, enquanto que aí no Brasil são 6 da manhã.
Nas novas postagens a partir de amanhã, incluirei assuntos que vocês acharão às vezes engraçados, às vezes loucos, às vezes exóticos, às vezes culturalis, às vezes Nova Zelândia. Esses temas serão: como funciona a homestay, como é a escola, o que comi no primeiro dia, como funciona o trânsito e milhares de outras coisas.
Até amanhã.

2 comentários:

katherinekripton disse...

UAU RUDEY, Q AVENTURA, AMEI TUDO Q TA ACONTECENDO, MAS NAO ENTENDI COMO VC FICOU SEM POLTRONA PRA VIAJAR SE A PASSAGEM JA ESTAVA COMPRADA, AINDA BEM Q DEU TUDO CERTO, APROVEITA TUDO BASTANTE E VOU FICAR ACOMPANHANDO TUDO TODOS OS DIAS, JA ESTAVA COM SAUDADES.

BJOS

Ana disse...

Rudy, estou achando o máximo tudo isso, virei sua expectadora, sabe aquele vicio da novela das 9h rsrsrs, fico aguardando noticias e claro suas impressões sobre tudo.
Amigo pode ter certeza, depois dessa viagem você nunca mais será o mesmo rsrs.
Boa sorte, estou aqui, ansiosa por novidades.

Cris